Nasceu em dezembro de 1959, em Raul Soares, Minas Gerais.
A terra natal, onde passou a infância, deixou marcas profundas, que se revelam em duas narrativas.
A adolescência e a juventude aconteceram em Belo Horizonte. Estudou no instituto de Educação de MG, no Colégio Santo Antônio e formou-se em Engenharia Química pela UFMG.
Morou durante alguns anos no Rio de Janeiro e, atualmente reside em Ouro Branco, MG.
Sua principal experiência profissional em muito difere de sua formação acadêmica ou de sua vocação para as letras: trabalha na Caixa Econômica Federal.
Em 1999, Auxiliadora publicou seu primeiro romance: Os Deuses Não Dormem. Dando continuidade ao seu trabalho, traz ao público A Mulher que pariu Mateus.
Contato: (31) 3741-1035
magalgarcia@uol.com.br ou Maria-auxiliadora.garcia@caixa.gov.br
Os Deuses Não Dormem
Os Deuses não Dormem, de Auxiliadora Magalhães Garcia,
traz para o mundo das Letras uma escritora que tem,
realmente, uma historia para contar.
Neste seu primeiro livro, Auxiliadora, que já se ocupa
de outro, narra oitenta anos de história dos Montes Castros,
grande família de São Sebastião das Corredeiras, lugarejo
que nasceu na imaginação da outora, mas que o leitor
identificará como semelhante a tantas centenas de outros
de Minas Gerais.
Os personagens de Auxiliadora são quase reais; têm vida.
ao firmarmos a vista, podemos reconhecê-los prontamente.
Suas mulheres - D.Elvira, Maria Laura, a Santinha,
Maria Carmelita, Maria das Mercês, Maria Antonieta, tantas
as Marias de Auxiliadora! - são sensíveis: fortes umas,
fracas outras. Mulheres, enfim! Os homens buscam poder,
riqueza, amor.
A Mulher que Pariu Mateus
Em 1968, Santana do Outeiro tinha pouco mais de
de 20 mil habitantes.
Sem outras riquezas, seu destino era comandado pela
Usina de Açúcar Boa Ventura.
É a partir desta época, e neste cenário - a fictícia cidade
de Santana do Outeiro - que se movimentam os persanagens
dessa história.
Domingos Jordão é o Juiz de Direito, homem austero, recém-
nomeado para a comarca.
Arlinda Ventura, a velha fazendeira: afogou no peito amores
mal resolvidos e fez do trabalho a sua vida.
Piedade de Santa Clara é a filha do juiz; adolescente tímida e
sonhadora, o tempo fará dela uma mulher, pronta para os
desafios da vida.
E como em um jogo de damas, essas duas mulheres se enfrentarão.